Dor ou cólica
Durante a histeroscopia ambulatorial pode ocorrer cólica semelhante à menstrual. A intensidade varia de paciente para paciente e a técnica empregada influencia diretamente o conforto.
A histeroscopia é um procedimento amplamente utilizado para diagnóstico e tratamento da cavidade uterina. Como todo procedimento médico, porém, não é isenta de riscos. A frequência e o tipo de complicação variam conforme a histeroscopia seja diagnóstica, ambulatorial ou cirúrgica e conforme o procedimento realizado.
Sim. A histeroscopia diagnóstica e ambulatorial é considerada um procedimento seguro quando realizada com indicação adequada e técnica apropriada. Complicações importantes são incomuns, mas podem ocorrer.
Entre os possíveis eventos estão dor ou cólica, mal-estar ou sensação de desmaio, sangramento, infecção e, raramente, perfuração uterina. Nas histeroscopias cirúrgicas, também devem ser considerados os riscos relacionados ao uso de energia, ao meio de distensão e à anestesia quando utilizada.
Durante a histeroscopia ambulatorial pode ocorrer cólica semelhante à menstrual. A intensidade varia de paciente para paciente e a técnica empregada influencia diretamente o conforto.
Algumas pacientes podem apresentar náusea, sudorese, tontura ou resposta vagal durante o procedimento. A equipe deve reconhecer esses sintomas e interromper ou adaptar o exame quando necessário.
Pequeno sangramento pode ocorrer após biópsias ou tratamentos. Sangramento mais intenso é menos comum e deve ser avaliado pela equipe assistente.
Infecção após histeroscopia é incomum. Febre, dor progressiva ou corrimento com odor desagradável após o procedimento justificam contato com a equipe médica.
É a formação de uma comunicação através da parede do útero. É rara na histeroscopia diagnóstica e pode ocorrer com maior frequência em procedimentos operatórios ou situações tecnicamente mais complexas.
Nas cirurgias histeroscópicas, o controle do líquido utilizado para distender a cavidade uterina é parte essencial da segurança, especialmente em procedimentos mais longos.
Não. Uma histeroscopia diagnóstica simples, realizada com instrumentos de pequeno calibre, possui perfil de risco diferente de uma cirurgia histeroscópica para retirada de miomas, pólipos maiores, sinéquias ou outras alterações.
À medida que aumenta a complexidade do procedimento, passam a ser relevantes fatores como tempo cirúrgico, necessidade de dilatação cervical, tipo de energia, quantidade de meio de distensão e anestesia.
Os eventos mais comuns são desconforto, cólica, tontura ou pequeno sangramento. Perfuração e infecção são raras.
Entenda a histeroscopia ambulatorial →Além dos riscos gerais, devem ser considerados sangramento, perfuração, complicações relacionadas ao meio de distensão, energia e anestesia.
Entenda a histeroscopia cirúrgica →Pequena cólica e discreto sangramento podem ocorrer. Entre em contato com a equipe ou procure avaliação se houver:
Não. Na histeroscopia diagnóstica é rara. O risco pode ser maior em procedimentos operatórios ou tecnicamente mais complexos.
Sim. A paciente pode comunicar desconforto e pedir que o exame seja interrompido.
Não. Infecção após histeroscopia é incomum, mas sintomas como febre, dor importante ou corrimento com odor desagradável devem ser avaliados.
Não. Sedação ou anestesia pode melhorar o conforto em procedimentos selecionados, mas possui riscos próprios e não elimina os riscos inerentes à cirurgia.
Fale com nossa equipe para informações sobre avaliação e planejamento da histeroscopia.