A gestação conhecida ou suspeita é contraindicação para a histeroscopia eletiva. Antes do exame, a possibilidade de gravidez deve ser avaliada. Situações excepcionais durante a gestação exigem decisão individualizada em ambiente especializado, quando o benefício esperado justificar o risco.
Por que a histeroscopia eletiva é evitada na gravidez?
A histeroscopia é um exame endoscópico que visualiza o interior da cavidade uterina. Para isso, é necessário introduzir uma ótica através do colo do útero e distender a cavidade com soro fisiológico ou gás.
Durante a gestação, a instrumentação do colo e da cavidade uterina e a distensão do útero podem oferecer riscos à gravidez. Por isso, a histeroscopia eletiva é adiada quando há gestação conhecida ou suspeita.
Principais Riscos
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Perda gestacional: A manipulação intrauterina pode oferecer risco à gestação. -
Sangramento: A manipulação do colo e da cavidade uterina pode provocar sangramento. -
Infecção: Risco aumentado de introduzir bactérias na cavidade uterina protegida.
O que fazer em caso de suspeita de gravidez?
Se você tem indicação para realizar uma histeroscopia e há qualquer suspeita de gravidez, é fundamental informar o seu médico imediatamente.
Quando houver possibilidade de gravidez, o médico pode solicitar teste de gravidez antes do procedimento. Se a gestação for confirmada, uma histeroscopia eletiva costuma ser adiada e a indicação deve ser reavaliada individualmente.
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